Vivir y contribuir a que otros también puedan hacerlo

Por Martín Lerner

Vivir no es tratar de llenar el tiempo haciendo montones de cosas. El buen vivir implica usar con sabiduría la mayor parte de minutos de nuestra existencia.

Lamentablemente algunos serán malgastados, pero no podemos controlar cada momento. No se puede tener 100% de eficacia. Eso es pura utopía.

Debemos hacer tareas que tengan un sentido interior para nosotros. Realizar actos de trascendencia personal que nos traigan una sensación de plenitud.

Es nuestra obligación moral e intelectual luchar para enfrentar las angustias del self. Esmerarnos en elegir un objetivo y cumplirlo con excelencia. Sigue una lista que se me ocurre:

► Cuidar de animales abandonados.

► Donar dinero a las personas más necesitadas.      

► Desprendernos de ropas en exceso. Siempre hay gente que tiene menos que nosotros, y así tendrán calor en las noches frías, o usarán zapatillas en buen estado para caminar diariamente.

► Ayudar a plantar árboles en áreas de suelo devastadas. 

► Para quienes hablen otros idiomas, ser voluntarios en locales donde se tramiten documentos para las personas que no hablan portugués.

► Dar clases gratuitas de lo que sean nuestras competencias. Transferir el conocimiento trae paz interior (¡algo tan necesario!) y ayuda

a quienes no tuvieron oportunidad de estudiar.   

Podemos vivir gracias a nuestras manos o a nuestras neuronas. Yo lo hago con mi cerebro. Soy nulo en manualidades, pero tuve la gran fortuna

de que me enseñaron a pensar, reflexionar, disentir. Y aprendí como hacerlo – con una cierta competencia. Entonces vivo del trabajo intelectual

que no es tan noble como el del carpintero. Él con sus manos hace camas para descansar y mesas para que la gente pueda comer, beber y confraternizar.

Lo mío no es tan físico, aunque de igual manera colaboro al bienestar general. Porque con mis conocimientos enseño a descubrir el mundo de las ideas.

El carpintero es concreto, yo soy un idealista, y los dos juntos entregamos trabajos que se complementan. Contribuimos con dos alimentos diferentes a que

este caótico mundo siga adelante. El carpintero con sus herramientas y yo con mis palabras. Maderas y letras (que curioso, las primeras letras son las

iniciales de mi nombre: ML), nobles materiales ambos.

Tratemos de hacer esto que propongo. Será bueno para cada uno de nuestros compañeros de viaje por esta vida. Por favor – quien lea esto, colabore. Gracias.    

 Martín

Reaprendendo

Dezenove meses depois

Reaprendendo a andar no metrô

Há quem vivencie a transição de um século a outro

Nós agora vivenciamos o “novo normal”

No vagão, olhares ao redor; como estão as pessoas?

Reaprendendo

Na rua, olhares ao redor; como estão os seres humanos?

Reaprendendo

Muitos por certo não puderam fazer o tão falado “home office”

Inúmeros perderam pessoas amadas, sem ao menos poder dizer até logo…

Inúmeros outros se foram sem tempo de dizer até logo…

Reaprendendo:

Se o reaprender for pra melhorar a sua humanidade, valeu.

Leveza


“No curso da vida existem altos e baixos, montanhas e abismos. Aqueles que possuem forte energia vital conseguem atravessar essa jornada com segurança e tranquilidade. São capazes de caminhar apreciando a beleza das flores.”
(Daisaku Ikeda, Nova Revolução Humana, v. 4, p. 73-74, ed. dez. 2018)

Mil pétalas encerram seu ciclo

espalhando beleza.

Cena única.

Impossível passar sem contemplar,

sem se impressionar.

A caminhada prossegue com leveza:

a exaustão se desvaneceu.

Vender palavras

Meu nome é Martín Lerner. Eu vendo palavras. É graças a elas que eu ganho o suficiente para cobrir todas as minhas despesas, e gratificar o meu prazer intelectual. Sou tradutor e professor de idiomas; o meu trabalho é partilhar o conhecimento com outras pessoas. Transferir para elas o que tive a sorte de aprender lendo. Os livros são o meu lugar preferido no mundo. Todas as grandes viagens começam nos livros. Lendo juntos iremos viajar por lugares que vocês nem imaginam que existem. Será o começo da descoberta de um maravilhoso mundo novo. Caso o paciente leitor seja uma pessoa com desejo real de aumentar a sua cultura, a/o convido a enviar um e-mail para cordouan@uol.com.br – Seja para trocar opiniões sobre algum assunto, ou para começar a trabalhar juntos, se chegássemos a um acordo. Proponho ensinar a falar em espanhol e inglês, ou melhorar seu nível de fluência nessas línguas. Convido vocês a entrarem no esplêndido mundo da formação intelectual. Eu li centenas de livros das mais diversas matérias e me coloco à disposição para compartilhar com vocês – queridos leitores – o que eu aprendi. Pensem que na Espanha são publicados anualmente mais de 90.000 títulos. Nos Estados Unidos, 300.000 e na Grã-Bretanha, uns 200.000. Imaginem em outros idiomas: mandarim, por exemplo. Nem todos são traduzidos ao português – aliás, o fato é que muitos poucos são – por isso a necessidade de aprender outras línguas. A vida exige esforços. Sem isso, pouco ou quase nada será conseguido. Tudo é conquistado com dificuldade e determinação, mas cada objetivo alcançado deverá trazer alegria e uma sensação de plenitude. Tenhamos fé e seremos recompensados com a satisfação de avançar nos nossos conhecimentos, na nossa experiência de vida.

Chama da vida

Este, em gratidão ao curso de poesia (2019) com o querido amigo de longa data Edson Cruz, num espaço aconchegante proporcionado pelo também querido amigo (que tive a grata satisfação de conhecer nessa época) Carlos Andrade, e com um time que, apesar de pequeno em número, lotava a sala com coração grandioso e conhecimento extraordinário (pra não diferenciar a importância de cada pessoa aqui listada, segue em ordem alfabética 😉 ): Cristina, Elizabeth, Leila, Patrícia, Pedro. Gratidão pela nova amizade e pelas constantes inspirações.